16 de out de 2006

No princípio...



Criado como instituição da Companhia de Jesus, o Colégio da Imaculada Conceição tem uma história, cujos contornos e circunstâncias acabaram por lhe definir um perfil particular e único.
A 7 de Junho de 1943 a Companhia de Jesus adquire a Quinta dos Condes da Esperança onde está situado o Colégio, entrando em funcionamento, na actual Casa de Retiros, a residência dos Jesuítas.
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9 comentários:

Anônimo disse...

É um bom colégio.
A sua cunha para lá trabalhar deve ter sido igualmente boa.
Desculpa a sinceridade, é sem pretender ofender.

Moura disse...

Cunha não, Moura! O futuro nos dará razão. Os países mais avançados da Europa já há muito abandonaram os sistema central/estatal de colocações e optaram por dar às Direcções Pedagógicas essa opção para poder escolher os melhores entre os bons!
Estou à vontade quanto à minha entrada no colégio onde fui aluno até entrar na faculdade e de lá sair com média de 15...e com apenas 21 anos!! Regressei à casa que me fez e com 34 anos acabo por ter 17 de CAIC. Não é bom, é optimo! Garanto-lhe!
Os professores para entrar no CAIC não precisam de apresentar atestados médicos que os tornam inaptos para umas regiões do país para serem colocados noutras...e outros esquemas!
É pena sermos para alguns professores de 2ª...que até aos 65 anos têm de dar as 22 horas lectivas!

Anônimo disse...

Caro Moura,
sou obrigado a apresentar as minhas desculpas pela insinuação feita no meu primeiro comentário. Obviamente que não tenho nenhum conhecimento sobre o seu caso para levantar suspeitas sobre a sua entrada para o colégio. A provocação foi feita apenas com o intuito de levar ao confronto, ao debate. Agora, não seja ingénuo, se entrou para o CAIC por mérito próprio é com toda a certeza a excepção que confirma a regra que é a cunha. Não me venha com tretas sobre os países mais avançados da Europa porque infelizmente não vivemos num deles, estamos mais perto da América Latina do que do norte da Europa. Quando em Portugal forem as direcções pedagógicas a contratar os professores serão escolhidos os mais amigos entre os amigos e não os melhores. Ou ainda acredita no Pai Natal? Noto que faz questão em referir a sua média, logo não vejo qual o problema de listas nacionais graduadas. Sobre atestados médicos não me posso pronunciar, é uma acusação que não me diz respeito.
Não falei de professores de segunda, em todo o caso, não concordo com essa distinção. Quanto às 22horas lectivas, lute por direitos ou melhoria da sua situação laboral e não para que outros percam.
Fiz o meu estágio no CAIC, por isso conheço o colégio (mais uma vez repito que não sei como se procede à escolha dos professores, tanto quanto sei e até prova em contrário é justa), e é com toda a certeza um bom estabelecimento de ensino situado num espaço físico fantástico.
Sorte a sua de lá trabalhar. Eu trabalho num prédio de 3 andares, provisório há 37 anos. E não há aqui qaulquer inveja.
Cumprimentos

Tozé Franco disse...

Eu gosto mesmo deste país. Até parece que as empresas que têm de sobreviver sem os impostos pagos por todos os portugueses, se podem dar ao luxo de escolher por cunha e não apenas os melhores.
Já ouviram falar em destacamentos? Não me digam que são todos feitos com listas ordenadas!...
Bem, mas eu não quero falar sobre estas coisas que me causam comichão, porque sempre que se fala em selecção vem logo a história das cunhas, o que me leva a concluir que se parte do princípio que quem ocupa cargos executivos é corrupto.
Quem acredita no lobo mau?

N - Educador (que educa para servir), contratado por via de apresentação de currículo e sem mais! disse...

Haja santa paciência!...
Dr. Moura, percebo a sua indignação...
Quando se opina, assente em pretenso conhecimento de realidades alheias como se delas se comungasse ao ponto de saber dos processos subjacentes à orgânica interna duma organização como é o exemplo da contratação de pessoal, o interlocutor mais benovolente ressente-se e sente a dita comichão aludida pelo autor do "Histórias e Sabores".
Cunhas... Cunhas... ! Há até quem as considere moeda de troca para favores próprios... Mas, Dr., explique-me: Cunhas, como? Numa escola estatal que se deve reger no estrito e rigoroso cumprimento das orientações que subjazem ao processo de concurso delineado pelo Estado... pois parece-se possível! Fazer uso da "res publica" em benefício dos amigoss, dos afilhados... sim há aqui qualquer coisa de "déja vu": cunhas... talvez. Agora, numa instituição particular que até presta um serviço ao estado e aos cidadãos a um custo mais baixo que o poder central... não sei onde é que haverá lugar a cunhas, a incumprimento de regras, a uso abusivo do que quer que seja, ao uso desajustado da preferência seja ela qual for. Qual é o gestor que, podendo recrutar um colaborador recomendado por fonte segura, opta por recorrer por um ilustre desconhecido sem currículo? Cunha? Isto!?

Anônimo disse...

Tó Zé Franco, a sua ingenuidade é preocupante. Não digo que quem tem cargos executivos é corrupto, digo mais, este país é corrupto de cima a baixo! Quem desconhece não conhece este país.
Essa de insinuar que as empresas passam mal porque os particulares não pagam impostos é muito boa. É preciso ter lata! De quem pensa que se fala quando se referem à fuga e fraude fiscal?
Com que então nas empresas não há corrupção?
Wake up and smell the flowers!

Anônimo disse...

n-educador, penso que já fui bem esplícito no meu 2º comentário. Se quer continuar a viver na ilusão: esqueça o que eu disse, não há cunhas, foi tudo um sonho mau, o senhor vive num país justo, quando fechar esta janela não se vai lembra mais disto...3...2...1...

Tozé Franco disse...

Cara Marco, lamento não ter percebido, ou não querer perceber, nada do que escrevi. Feitios.
Quanto aos corruptos não gosto de generalizações, pois são sempre perigosas.
Quanto aos impostos, se tivesse lido com atenção, verificaria que é o Estado que vive dos impostos que todos pagamos, (uns mais do que outros, é um facto), não as empresas e que o seu ordenado é pago com eles.
Há que estar mais atento ao que lemos.
Qaunto às cunhas nem vale a pena falar.
Sabe, o meu pai era comerciante e quando contratava um funcionário fazia-o pela competência e não pela cunha. Como deve calcular o negócio dele não se podia dar ao luxo de chegar ao fim do ano e dar prejuízo, pois não é como o orçamento de estado que todos os anos é deficitário. É que nós tinhamos de comer, o dinheiro não estava certo no final do mês. Quanto ao facto de ser ingénuo, olhe que não, como dizia o outro. Agradeço a sua preocupação com isso, mas dispenso-a.

Anônimo disse...

Caro Tozé Franco:
Obviamente não vou colocar em causa a verticalidade e a competência do seu pai.
Não assuma sempre as dificuldades de comnunicação como sendo culpa do receptor... tirando as proporcionadas pelo meio de comunicação, certamente algumas passaram pelo emissor.
Neste caso não se preocupe, não é perigoso, a corrupção neste país é mesmo generalizada.
Ainda não percebeu que o Estado não é uma 3ª pessoa, que o Estado somos nós?
Bem... não disse que é o senhor, com os seus impostos, que me paga o ordenado mas foi quase... Isso é demagogia pura... Não seja ridículo!
Concordo que é bom estar atento ao que lemos, mas acrecento: é bom pensar por nós próprios.
Quanto às cunhas:
Se quer continuar a viver na ilusão: esqueça o que eu disse, não há cunhas, foi tudo um sonho mau, o senhor vive num país justo, quando fechar esta janela não se vai lembra mais disto...3...2...1...